Quantos espelhos vês no teu rosto?
E nas tuas mãos e no teu corpo?
Quantas pessoas se aninharam na tua mente
que galopa incessantemente
não tendo sequer piedade do teu corpo cansado?
E quando olhas para os teus dedos
vês apenas tudo o que escorreu entre eles
como areia fina da ampulheta da memória.
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