Perdi a conta de quantas vezes
se pôs o sol na minha alma
mas lembro dos seus fugazes tons
que se eternizaram no horizonte
dos meus posterizados céus
e relembro agora como se fossem meus.
Carmins, escarlates, dourados, lilases,
veios de rosas e encarnados de rubor
Ah e quantas vezes céus de baunilha
recordando todos os filmes de amor!
Esperarás vinte anos por mim
para vermos um pôr-do-sol juntos?
Se algum de nós morrer entretanto
não faz mal não é?
Tivemos tantos ocasos da alma,
eu e tu.
Poesia filosófica; Poesia Visual; e outros objectos poéticos de Poeta mera observadora
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