Pensava que toda a gente pensava. Pensava que toda a gente melhorava.
Ilusões da mente, ingenuidade, inocência, desconhecimento, pouca experiência.
Ele e eu combinávamos matarmo-mos. Eu com 17, ele com 18. Muito mais tarde, 28 anos depois, lembrei-lhe do nosso pacto.
Calhou apanhar um filme com a Liz Taylor (quase desisti logo de ver por me recordar tanto a D. Helena, principalmente o rosto de perfil), "Identikit", que me fez lembrar agora.
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