Sei que para ti sou indiferente, ou apenas não gostas de mim, detestas-me (se alguma vez lembrasses de mim), pelo trauma, por toda a mágoa e atrofio causados. Eu também um bocado, pelo trauma e a dor que passei (ainda passo, está alojada em mim nos cacos do coração), mas prefiro da maioria das vezes quando penso numa versão que é uma ilusão de nós nos termos amado e amarmo-nos e perdoarmo-nos como nas dezenas de comédias românticas que já vi, em que apesar dos erros e equívocos, o amor fala sempre mais forte e ninguém consegue perder a oportunidade de estar com a pessoa amada, de tentar uma última vez, completamente vulneráveis a pedir perdão, e por uma chance de não ficarmos sem a pessoa que realmente amamos. Muitas vezes nesses enredos também é uma paixão integrada num novo local, com novas pessoas, que rapidamente se fazem nos sentir como casa. Nalguns há dois "pretendentes", geralmente de personalidades opostas (pergunto-me se o meu avô e o irmão dele também eram assim 🤔 provavelmente eram), muitas vezes um é o mais certinho e o outro mais problemático.
Coitada da minha avó..
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