Afinal essa ideia de que como os médicos diziam que era suposto eu morrer com uma hemorragia interna, tipo cerebral, ou assim (desde 2001), ou depois ainda mais probabilidade com a insuficiência suprarrenal (desde 2013), e eu ter pensado que as pessoas afastarem-se de mim assim também não sofreriam tanto com a morte do que se estivessem mais habituados ao contacto, e por isso até era bom, na realidade é mais uma coisa muito má para mim porque entretanto são décadas de estar completamente ostracizada e abandonada.
"parabéns, muito ruim", não é à toa que sempre me considerei a pessoa mais burra à face da Terra, por supostamente ter consciência de muita coisa, mas na prática não ne ter servido para grande coisa a meu favor. ó que porcarias acumuladas, minhanossa!
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