Isto de se escrever poemas que ninguém há-de ler ou ouvir é apenas um exercício gramatical ou algo do género.
É o quase que nunca chega.
Tal como eu nunca passarei de um medíocre poeta ou aspirante a artista da Arte maior, da Poesia e do Amor.
A quem é que eu quero ludibriar? ...
Ninguém há-de ler isto.
sábado, março 14, 2009
sexta-feira, março 13, 2009
Pearl Jam - IMMORTALITY
Vacate is the word...vengeance has no place so near to her
Cannot find the comfort in this world
Artificial tear...vessel stabbed...next up, volunteers
Vulnerable, wisdom can't adhere...
A truant finds home...and I wish to hold on...
But there's a trapdoor in the sun...immortality...
As privileged as a whore...victims in demand for public show
Swept out through the cracks beneath the door
Holier than thou, how?
Surrendered...executed anyhow
Scrawl dissolved, cigar box on the floor...
A truant finds home...and I wish to hold on, too...
But saw the trapdoor in the sun...
Immortality...
I cannot stop the thought...I'm running in the dark...
Coming up a which way sign...all good truants must decide...
Oh, stripped and sold, mom...auctioned forearm...
And whiskers in the sink...
Truants move on...cannot stay long
Some die just to live...
Ohh...
(song said to be written for Kurt Cobain, after his suicide)
Cannot find the comfort in this world
Artificial tear...vessel stabbed...next up, volunteers
Vulnerable, wisdom can't adhere...
A truant finds home...and I wish to hold on...
But there's a trapdoor in the sun...immortality...
As privileged as a whore...victims in demand for public show
Swept out through the cracks beneath the door
Holier than thou, how?
Surrendered...executed anyhow
Scrawl dissolved, cigar box on the floor...
A truant finds home...and I wish to hold on, too...
But saw the trapdoor in the sun...
Immortality...
I cannot stop the thought...I'm running in the dark...
Coming up a which way sign...all good truants must decide...
Oh, stripped and sold, mom...auctioned forearm...
And whiskers in the sink...
Truants move on...cannot stay long
Some die just to live...
Ohh...
(song said to be written for Kurt Cobain, after his suicide)
quarta-feira, março 04, 2009
"Poeta (do Silêncio) Para Sempre"
Tenho a Poesia para não falecer da Verdade
Minhas palavras vêm como suspiros da alma
Minhas letras estão carregadas de ódio
E outras vezes cheias de revolta
Embora, sempre, sejam muito sinceras
Tenho andado à deriva em descobertas
Eu nunca procuro nada, eu descubro.
O meu silêncio é um amigo que jamais trai
E aprendi a sua arte com vários desgostos;
Há alguém com quem é desnecessário falar
E sou feliz por isso, porque entendo-o.
O meu silêncio é corrosivo para os demais
E encontro-me com ele e com a noite
Quando há angústia na solidão, para chorar.
No silêncio, em que vejo a Eternidade,
Se realizou e construiu tudo de grande.
Quando escrevo estou compenetrada,
Tanto, que nada quebra o meu silêncio
Senão o ribombar de pétalas a cair
De uma rosa negra no meu Mundo.
Sinto-me várias vezes como se fosse
Outras personalidades ou mesmo coisas.
Por momentos sou corvo azul e ele,
Também é, aquele com quem não falo,
Pois, não é necessário para entendermo-nos.
Por vezes sou rosa negra, misteriosa com espinhos,
Que tão veemente guarda um segredo
Que permanecerá sempre uma incógnita;
Mas determinadamente sinto-me Lua,
Que os nossos olhos só conseguem ver no céu
A parte a que o Sol dá a sua luz.
quarta-feira, fevereiro 04, 2009
poema que se sente mais vezes do que gostava:
Abandonaram-me...
É verdade...
Não acreditas?
Pois é, eu ainda estou pior;
Sou eu quem não quer acreditar.
Foi mesmo essa a causa:
Acreditei que seria impossível.,
Agora permaneço aqui de dia;
Gelado e ébrio o pensamento.
Imóvel; frustração e ironia.
De noite, esqueço-me ali :
Naquele canto só, ao relento.
Frio ou mesmo calor?
São coisas às quais a sensibilidade
também desertou sem pudor,
E já eu, nem sinto saudade.
Sim, os meus sentimentos também!
Fecharam-me as portas do amor
Já há muito tempo e nem
Soube sequer o que isso era.
Querias o quê?!
Sempre frágil, enfraquecera
A cada virar de costas.
Mas porquê, perguntas porquê?
Se eu soubesse, isto não acontecia.
Tal como tu não gostas
Eu odiava o que entedecia;
Detestava e mesmo fugia
Do entardecer chegando veloz,
Ultrapassando tão atroz
A minha alma aterrorizada,
Abandonada e sem voz,
Enquanto o mundo vibrava
De furor e vida, era ledo.
Sou triste dizes tu,
Dramaticamente meto dó.
Pois eu digo-te agora,
Que de drama nada tem,
Ficar abandonada e só...
Não gostas, vai-te! Fora!
Não quero que tenhas pena também,
Vai-te, que a minha voz...
Que um dia foi fala maviosa,
Está agora a morrer angustiada
De tanta mágoa e desespero.
Deixa-me adormecer em paz
No pouco sono que ainda jaz.
É verdade...
Não acreditas?
Pois é, eu ainda estou pior;
Sou eu quem não quer acreditar.
Foi mesmo essa a causa:
Acreditei que seria impossível.,
Agora permaneço aqui de dia;
Gelado e ébrio o pensamento.
Imóvel; frustração e ironia.
De noite, esqueço-me ali :
Naquele canto só, ao relento.
Frio ou mesmo calor?
São coisas às quais a sensibilidade
também desertou sem pudor,
E já eu, nem sinto saudade.
Sim, os meus sentimentos também!
Fecharam-me as portas do amor
Já há muito tempo e nem
Soube sequer o que isso era.
Querias o quê?!
Sempre frágil, enfraquecera
A cada virar de costas.
Mas porquê, perguntas porquê?
Se eu soubesse, isto não acontecia.
Tal como tu não gostas
Eu odiava o que entedecia;
Detestava e mesmo fugia
Do entardecer chegando veloz,
Ultrapassando tão atroz
A minha alma aterrorizada,
Abandonada e sem voz,
Enquanto o mundo vibrava
De furor e vida, era ledo.
Sou triste dizes tu,
Dramaticamente meto dó.
Pois eu digo-te agora,
Que de drama nada tem,
Ficar abandonada e só...
Não gostas, vai-te! Fora!
Não quero que tenhas pena também,
Vai-te, que a minha voz...
Que um dia foi fala maviosa,
Está agora a morrer angustiada
De tanta mágoa e desespero.
Deixa-me adormecer em paz
No pouco sono que ainda jaz.
sexta-feira, janeiro 23, 2009
"ALMA E VOZ DE ÁRVORE"
.jpg)
"Descascaram-me, forte e bruta;
Fiquei nua, sem metade de mim
Paguei pelo desejo de muita gente
Usurparam-me esses filhos da puta
Não foi só a mim que deixaram assim
Tal como eu, aquela pobre inocente
Ficou devastada e todos os seus elementos
Choram agora folhas sem ser Outono
Gotejam a sua copa desesperadas
Por terem ofendido seus sentimentos
E não deixarem tê-las o seu sono
Nem o desejo de dormir descansadas
Extraem de mim sem pedir licença
A seiva que corre nas minhas veias
Que me dá cor e vivacidade
Perfumes e vida intensa
Que caíram em movediças areias
Pelas mãos do Homem da cidade.
Estamos, com os nossos gritos isoladas
Pedindo ajuda sem esperança sequer
Actos vãos que assolam o espírito
Enquanto algumas são carbonizadas
Outras, com fragilidade de mulher
Esperam pela sua vez conformadas."
"Descrição de um entardecer"
Cai a tarde num Vazio
Silêncio eterno fingido,
Grito mudo e aflito
Das folhas e do vento.
A tarde cai límpida;
A noite depressa quer chegar,
Na magia do entardecer,
Na explosão das cores do Ocaso;
Rubras e fogosas extinguem-se
Com a chegada do entardecer,
Que cai límpido, vem devagar
Envolto em leves aromas;
Fragrâncias naturais de riso,
Luzes num fim de tarde
Que ao longe vem vindo.A larga Paz do Crepúsculo
Traz uma quietação dulcíssima
E vagamente melancólica entra
A adormecer na Natureza breve,
A tarde ía descendo lenta
Cada vez mais límpida;
Na luz indecisa do Crepúsculo
Acentuam-se sombras dos Montes,
Gigantescas, imobilizadas as arestas.
Na decoração ilusionista de Poente,
Está na vasta cúpula do Céu
O constrangedor silêncio dominante
E o sinistro espasmo amedrontador
Que evocam temores inconscientes.
Silêncio eterno fingido,
Grito mudo e aflito
Das folhas e do vento.
A tarde cai límpida;
A noite depressa quer chegar,
Na magia do entardecer,
Na explosão das cores do Ocaso;
Rubras e fogosas extinguem-se
Com a chegada do entardecer,
Que cai límpido, vem devagar
Envolto em leves aromas;
Fragrâncias naturais de riso,
Luzes num fim de tarde
Que ao longe vem vindo.A larga Paz do Crepúsculo
Traz uma quietação dulcíssima
E vagamente melancólica entra
A adormecer na Natureza breve,
A tarde ía descendo lenta
Cada vez mais límpida;
Na luz indecisa do Crepúsculo
Acentuam-se sombras dos Montes,
Gigantescas, imobilizadas as arestas.
Na decoração ilusionista de Poente,
Está na vasta cúpula do Céu
O constrangedor silêncio dominante
E o sinistro espasmo amedrontador
Que evocam temores inconscientes.
s/título
Um anjo fiel...
No mar infinito está
Com uma doce paixão
Que lhe faz cair
Para sempre preso está
E não se solta facilmente
Só mesmo com um grito
Que fere a dor na alma.
Uma flor jovial...
De amarga beldade
É pecaminoso o seu acto
Que mostra fragilidade
A fraca e submissa
Liberdade descontente
De quem ondula ao vento
Sem a rigidez real.
Um olhar penetrante...
É como se pudesse
Ver tudo o que não sei
Através daquilo que sinto
Ultrapassando aquilo que sou
Sem pedir sequer licença
E devastando tudo por dentro
À passagem consequentemente.
Um grito profundo...
De tanta intensidade
Que chega a doer na alma
E, já faz adiantar a chegada
Do fim do dia entardecido
Com o puro breu da noite
Na escuridão da voz
E no riso esgotante.
Um pôr-do-sol rubro...
Cinzento no mais íntimo
Não revela porque dói
Dor, que mata o coração
Sem deixar lembranças
Recordações, só frustração
Que não larga a sombra
Do personagem vivo-morto.
sexta-feira, janeiro 09, 2009
8/05/97
Volta!
Pelo tempo que perdi;
Contigo não se perde tempo.
Solta!
Deixa-me, que eu sorri;
Aprendi com todo momento.
Pelo tempo que perdi;
Contigo não se perde tempo.
Solta!
Deixa-me, que eu sorri;
Aprendi com todo momento.
Deixa!
Já nada vale a pena,
Pois tudo vem e passa.
Queixa!
Diz que lembraste da cena,
E que a lembrança escassa.
Vive!
Cá dentro de mim;
Como a chama me incendeia...
Tive!
E quero nunca acabar assim,
Com a memória que o vento plageia.
Morre!
Como amor, adormeceu,
Cá dentro profundo e sonolento.
Corre!
Para onde te quero meu...
Veloz, mas frágil, sempre atento.
Faz!
O que quiseres, na fúria do mar
Esquecer de tudo e de todos.
Jaz!
Lágrima morta, dúbia de afogar;
Contigo quero ficar sem engodos.
Roga!
Pelos céus e pela terra
Que haja Paz e não Guerra.
Afoga!
Mil desejos embriagados,
Deixando-os ir desenfreados.
Mora!
Aqui onde sempre estiveste,
No lugar onde a vontade pôs.
Chora!
Pelas tuas regras que não cumpriste;
Deixa o disfarce com pó-de-arroz.
Seja!
Como o Demo me quiser levar,
É caótica a final despedida.
Beija!
Que a despedida está a acabar,
Em breve é recordação perdida.
Gasta!
Tudo o que podes e te deram,
Por esses mesmos factos.
Afasta!
Logo de uma vez o que fizeram,
Tudo passa e também esses actos.
Hoje!
Sempre será o amanhã,
Arrependido de tê-lo ontem.
Foge!
Sumir, evaporar, desaparecer;
Simplesmente acabar, morrer!
8/05/97
Serpente trespassa
Tudo o que deixaste
Por desleixo e desprezo
Deixa-me ser da raça
Com que te revestiste
E livraste-te desse peso.
Desperta o que em ti
Veemente se encerra
Traz a verdade
Denunciando a mentira
O logro de um abraço
A nocturna flor
Floresce em manhã nua
Inóspita de pecado
Suavemente tão pura
Que mata o regaço
Com que te embalas
No teu céu radiante.
Solta-se o som rude
Voraz, fere cá dentro
Agonizando a negritude
Da alma pensante
Quando penso em ti
Rompante se torna
Toda a fúria de sobreviver
Para te ver de novo.
Fujo da tristeza das lembranças
Como tento não me lembrar!
Chorar pela tua falta
Que me faz morrer
A cada minuto em ti
Na janela do meu tempo
Na distância da visão
Que o horizonte se alcança
Obstáculos, opositores frios
Inimigos de tudo que é belo.
Tudo o que deixaste
Por desleixo e desprezo
Deixa-me ser da raça
Com que te revestiste
E livraste-te desse peso.
Desperta o que em ti
Veemente se encerra
Traz a verdade
Denunciando a mentira
O logro de um abraço
A nocturna flor
Floresce em manhã nua
Inóspita de pecado
Suavemente tão pura
Que mata o regaço
Com que te embalas
No teu céu radiante.
Solta-se o som rude
Voraz, fere cá dentro
Agonizando a negritude
Da alma pensante
Quando penso em ti
Rompante se torna
Toda a fúria de sobreviver
Para te ver de novo.
Fujo da tristeza das lembranças
Como tento não me lembrar!
Chorar pela tua falta
Que me faz morrer
A cada minuto em ti
Na janela do meu tempo
Na distância da visão
Que o horizonte se alcança
Obstáculos, opositores frios
Inimigos de tudo que é belo.
"Por ti"
Por Ti eu respiro;
Lágrimas dum Oceano chorei,
Foram-se todas de uma só vez
Profundamente num suspiro.
No teu peito me deitei,
Em teu palpitar outra vez.
Por Ti, nas estrelas tive alento,
Fui repousar no azul do Céu,
Acordar no arco íris madrugador.
Foi nas águas claras do pensamento
Coberto pelo mais fino véu,
Que o coração sentiu a Dor.
Por Ti, movi os pássaros exangues;
Não deixei a noite escura vir;
Lutei contra o crepúsculo lindo
De um entardecer mórbido.
O Sol pus a sorrir
Mesmo com a noite vindo.
Por Ti, com toda a força gritei;
Do meu mais profundo ser
Saiu esse desabafo breve.
Quando de Ti me lembrei,
A lembrança fez-me sofrer
De saudades vindas ao leve.
Por Ti, choram árvores no Outono,
Folhas que caem levadas,
De todas as cores cingidas,
Despertadas do seu sono
Pelo vento só, agarradas.
Voam sem destino, perdidas.
Por Ti, moveram-se os céus,
Moveu-se a Terra,
Quebrou o silêncio e a Razão;
São eles os réus,
Provocaram essa Guerra.
Lágrimas dum Oceano chorei,
Foram-se todas de uma só vez
Profundamente num suspiro.
No teu peito me deitei,
Em teu palpitar outra vez.
Por Ti, nas estrelas tive alento,
Fui repousar no azul do Céu,
Acordar no arco íris madrugador.
Foi nas águas claras do pensamento
Coberto pelo mais fino véu,
Que o coração sentiu a Dor.
Por Ti, movi os pássaros exangues;
Não deixei a noite escura vir;
Lutei contra o crepúsculo lindo
De um entardecer mórbido.
O Sol pus a sorrir
Mesmo com a noite vindo.
Por Ti, com toda a força gritei;
Do meu mais profundo ser
Saiu esse desabafo breve.
Quando de Ti me lembrei,
A lembrança fez-me sofrer
De saudades vindas ao leve.
Por Ti, choram árvores no Outono,
Folhas que caem levadas,
De todas as cores cingidas,
Despertadas do seu sono
Pelo vento só, agarradas.
Voam sem destino, perdidas.
Por Ti, moveram-se os céus,
Moveu-se a Terra,
Quebrou o silêncio e a Razão;
São eles os réus,
Provocaram essa Guerra.
4/1/97
Escreve torto no meu peito
Tinta verde dos teus olhos
Ondulam ao sabor do vento
Vigorosos caracóis do teu cabelo
Nesse teu rio de paixão
Deixa-me deitar em seu leito
Paixões tive aos molhos
Mas tu não me sais do pensamento
Com cada batida do coração
Dão-se 1001 fantasias
De magia saem direito
Para o mais fundo da alma
Irrompem num marchar lento
Com o amanhecer dos dias
Nascem novas esperanças
De quem vive uma vida calma
No entanto com a Razão ao relento
Brilham de novo o Sol e as Estrelas
Na tua pele e no teu olhar
Translúcidas ficam gotas de orvalho
Manhã acesa sem o teu lume
Queria poder sentir o teu abraçar
Satisfazer o meu sumarento desejo
Vou sempre amar-te sem queixumes
Esperar pelo teu amor sereno de mar
De tanto o fazer já me aleijo
Alcanço a luz infinita da Lua
Só nos meus sonhos de céu
Jaz uma lágrima morta
Que a mágoa é só tua
Coberta por um fino véu.
Tinta verde dos teus olhos
Ondulam ao sabor do vento
Vigorosos caracóis do teu cabelo
Nesse teu rio de paixão
Deixa-me deitar em seu leito
Paixões tive aos molhos
Mas tu não me sais do pensamento
Com cada batida do coração
Dão-se 1001 fantasias
De magia saem direito
Para o mais fundo da alma
Irrompem num marchar lento
Com o amanhecer dos dias
Nascem novas esperanças
De quem vive uma vida calma
No entanto com a Razão ao relento
Brilham de novo o Sol e as Estrelas
Na tua pele e no teu olhar
Translúcidas ficam gotas de orvalho
Manhã acesa sem o teu lume
Queria poder sentir o teu abraçar
Satisfazer o meu sumarento desejo
Vou sempre amar-te sem queixumes
Esperar pelo teu amor sereno de mar
De tanto o fazer já me aleijo
Alcanço a luz infinita da Lua
Só nos meus sonhos de céu
Jaz uma lágrima morta
Que a mágoa é só tua
Coberta por um fino véu.
"CULPADO DE TRISTEZA(S)"
Eu culpo-te pelo céu sem estrelas,
Que já não me ilumina a alma;
Agora que ficaram lembranças
Apenas e tão malditas são.
Culpo-te pela fúria do mar
Que devastou-me a euforia,
Agora que as folhas só caem
Mortas, levadas por melancolia.
Culpo-te pelos dias sem sol,
Que já não aquecem as tardes,
Agora que o frio penetra fundo
No mais íntimo do nosso Ser.
Culpo-te pelo suspiro profundo
Que o lobo uivou sem querer
Agora que os gritos só se dão
Quando cá dentro dói a valer.
Que já não me ilumina a alma;
Agora que ficaram lembranças
Apenas e tão malditas são.
Culpo-te pela fúria do mar
Que devastou-me a euforia,
Agora que as folhas só caem
Mortas, levadas por melancolia.
Culpo-te pelos dias sem sol,
Que já não aquecem as tardes,
Agora que o frio penetra fundo
No mais íntimo do nosso Ser.
Culpo-te pelo suspiro profundo
Que o lobo uivou sem querer
Agora que os gritos só se dão
Quando cá dentro dói a valer.
"Dá-me a tua mão."
Dá-me a tua mão;
Quero levar-te comigo
Para onde nunca estive;
Encher-te de paixão,
Passear contigo
Nas memórias que retive.
Dá-me a tua mão,
Deixa-me tocar no fundo
Desse infinito azul,
Um pedaço de coração,
Do meu amor profundo,
Da minha alma a sul.
Dá-me a tua mão,
Flor do eterno desejo
Em pó foi acabar;
E os céus desabarão
Se deixar-me num beijo
Morrer num teu abraçar.
Quero levar-te comigo
Para onde nunca estive;
Encher-te de paixão,
Passear contigo
Nas memórias que retive.
Dá-me a tua mão,
Deixa-me tocar no fundo
Desse infinito azul,
Um pedaço de coração,
Do meu amor profundo,
Da minha alma a sul.
Dá-me a tua mão,
Flor do eterno desejo
Em pó foi acabar;
E os céus desabarão
Se deixar-me num beijo
Morrer num teu abraçar.
quarta-feira, janeiro 07, 2009
O Medo: pequeno e graúdo.
Quando somos pequenos não temos medo de nada senão de "bichos papões" e de perder, ou de deixarmos de ver as pessoas que gostamos.
Quando crescemos temos mais medo de tudo, mas deixamos de ter medo dos "bichos papões".
O receio maior que persiste de igual forma ao longo da vida, é o de perdermos as pessoas que amamos. Logo, poderíamos concluir que essa é a constante nas nossas vidas, o que se mantém como prioridade: as pessoas que amamos.
Ao contrário do status que envolve a respectiva riqueza, bens, educação, entre outros de natureza material ou convencionada pela sociedade, ao qual atribuímos grande importância quando crescemos, consequentemente o créscimo de receio - o de não ser alguém na sociedade onde estamos inseridos -, o amor que sentimos pelos outros e a importância que eles têm para nós é algo que sentimos ao longo da nossa existência como nosso imperativo oxigénio.
É claro que a consciência que temos das coisas é um factor crítico na mudança de importância e cariz dos nossos medos, mas não será a consciência algo que nós próprios moldamos?
Quando crescemos temos mais medo de tudo, mas deixamos de ter medo dos "bichos papões".
O receio maior que persiste de igual forma ao longo da vida, é o de perdermos as pessoas que amamos. Logo, poderíamos concluir que essa é a constante nas nossas vidas, o que se mantém como prioridade: as pessoas que amamos.
Ao contrário do status que envolve a respectiva riqueza, bens, educação, entre outros de natureza material ou convencionada pela sociedade, ao qual atribuímos grande importância quando crescemos, consequentemente o créscimo de receio - o de não ser alguém na sociedade onde estamos inseridos -, o amor que sentimos pelos outros e a importância que eles têm para nós é algo que sentimos ao longo da nossa existência como nosso imperativo oxigénio.
É claro que a consciência que temos das coisas é um factor crítico na mudança de importância e cariz dos nossos medos, mas não será a consciência algo que nós próprios moldamos?
quarta-feira, dezembro 10, 2008
05-12-08 "Atropelamento e fuga"
Soterro-me nos lençóis deprimidos, como se fosse uma vítima de atropelamento e fuga, envolta em ligaduras de textura pouco nobre e relegada para o cheiro morto de mim mesma.
Sou agora um homem inexistente, preso a um momento que dura apenas alguns segundos e, ainda, suspenso no acidente vidiário.
É isso mesmo, não é o acidente rodoviário, mas sim o da vida, que é diário. E nos deixa eternamente pisados, quebrantados, sovados, todos os dias, numa luta corporal intensa.
Estirado, tudo à volta é demasiado branco, asséptico, lembrando-me a imundície que sou e a luz parda das ruas por onde andei.
Deixo de escutar o som que, em compasso binário, parecia uma agulha a espicaçar o meu coração.
Sou agora um homem inexistente, preso a um momento que dura apenas alguns segundos e, ainda, suspenso no acidente vidiário.
É isso mesmo, não é o acidente rodoviário, mas sim o da vida, que é diário. E nos deixa eternamente pisados, quebrantados, sovados, todos os dias, numa luta corporal intensa.
Estirado, tudo à volta é demasiado branco, asséptico, lembrando-me a imundície que sou e a luz parda das ruas por onde andei.
Deixo de escutar o som que, em compasso binário, parecia uma agulha a espicaçar o meu coração.
Piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii___________________________________
03-12-08
A pera que se desfaz na minha lingua como graos de areia nos teus dedos e a fruta do desenho ondulante das tuas maos.
Ris-te e o som das tuas gargalhadas reverberam nas paredes caiadas e pelo chao de marmore.Os relampagos que formaram o vidro da tua alma estilhacada e inexistente segundos apos segundos sao apenas flashes da minha memoria.
Por isso, podes parar de respirar e de ouvir, e de ver e sorrir, e de sentir e de chorar, porque a fruta, em forma de lagrima, ja se decompos em poeira ha muitos relampagos atras.
Ris-te e o som das tuas gargalhadas reverberam nas paredes caiadas e pelo chao de marmore.Os relampagos que formaram o vidro da tua alma estilhacada e inexistente segundos apos segundos sao apenas flashes da minha memoria.
Por isso, podes parar de respirar e de ouvir, e de ver e sorrir, e de sentir e de chorar, porque a fruta, em forma de lagrima, ja se decompos em poeira ha muitos relampagos atras.
23-11-08
Tenho em mim apenas palavras e silencios: ambos gotejam como cristais que fervilham nas entranhas da terra. Outras vezes sao como punhais de estalactites.
Palavras e silencios, reflectidos num espelho de mudez e esquizofrenia, bailam intermitentes pelo ar cortante das noites em claro.
O frio que e um lencol que se estende sobre um corpo quieto, contrastando com a calidez da serenidade triste de um outro.
A cor e um licor derramado em pedra cinzenta e inerte.
A voz que vibra os fios da teia tocados pelo orvalho das horas abandonadas.
O sonho que alude a um espasmo animal de visceras ensurdecedor.
Palavras e silencios, reflectidos num espelho de mudez e esquizofrenia, bailam intermitentes pelo ar cortante das noites em claro.
O frio que e um lencol que se estende sobre um corpo quieto, contrastando com a calidez da serenidade triste de um outro.
A cor e um licor derramado em pedra cinzenta e inerte.
A voz que vibra os fios da teia tocados pelo orvalho das horas abandonadas.
O sonho que alude a um espasmo animal de visceras ensurdecedor.
30-10-08 "Naif"
Nao sei porque e que o meu Amor foge, afasta-se e e indiferente ao que sinto, as minhas necessidades dele e a minha vontade de estar presente para o acompanhar.
Noutras alturas ele estava tao presente que ate era como se caminhasse constantemente ao meu lado, como se eu fosse um seu apendice. O meu respirar confundia-se com o dele. O bater do meu coracao no meu peito era a reverberacao do seu.
E todo o mundo a nossa volta desaparecia, tornava-se numa forma difusa de um enxame de abelhas confuso e disforme.
Noutras alturas ele estava tao presente que ate era como se caminhasse constantemente ao meu lado, como se eu fosse um seu apendice. O meu respirar confundia-se com o dele. O bater do meu coracao no meu peito era a reverberacao do seu.
E todo o mundo a nossa volta desaparecia, tornava-se numa forma difusa de um enxame de abelhas confuso e disforme.
6.6.05
Lifeless: from my room I can see the world and from my window I can see myself crawling like an alley cat under a car, face and belly glued to the road. I have no life, only death is in my lifeless beat of pulse.
I wanted to draw my veins with blood and end the endless misery and the infinite pain. I'm still the same all along I've been the same nothing. My hands are now flying in the sky, they ran off from me.
Remember :Love is not Love", my Love.
I wanted to draw my veins with blood and end the endless misery and the infinite pain. I'm still the same all along I've been the same nothing. My hands are now flying in the sky, they ran off from me.
Remember :Love is not Love", my Love.
sexta-feira, novembro 28, 2008
Post atrasado (e daí poderá cheirar mal): Chanel nº 5 vs. nº 11
Por ver que ainda existem anúncios ao Chanel nº 5 e é dos únicos perfumes que resiste nas perfumarias há mais de 80 anos, dei por mim a reflectir sobre este pequeno pormenor: o nº 5 cheira bastante mal e tem imensa boa fama e prestígio associados, e por exemplo o nº 11 que cheira muito melhor "ninguém conhece"...
Este perfume é uma das provas que, ao longo dos tempos, o ser humano tem "seguido o rebanho" e continuado a enganar-se a si mesmo. A ansiedade do status leva as pessoas a aspirar o que as ditas "elites", consumidoras de bens de luxo, possuem e publicitam da maioria das vezes apenas porque as grandes marcas oferecem-lhes esses bens por causa dessa mesma contrapartida da divulgação. Será que ninguém quer perceber este círculo luxo-vicioso?
Certamente houve alguém (do império Chanel ou amigo, excêntrico dos loucos anos 20) que fez tal publicidade do Chanel nº 5 que o foi colocando num pedestal, como bem inatingível e daí objecto de maior desejo das pessoas. A partir daí, tal como acontece com vários produtos que sob a desculpa de não serem para qualquer palato ou (neste caso) nariz, continuam a persistir com uma aura de "exquisite", mesmo que o Chanel nº 5 cheire mal; ninguém fique bem alimentado com os verdadeiros pratos gourmet e nouvelle cuisine ou mesmo que fiquem intoxicados com sushi e iguarias cruas cheias de bactérias fulminantes; as roupas da Lacoste sejam demasiado masculinas e demodé, toda a gente aspira tê-las porque são símbolo de luxo e status social.
Bolas, que isto é mesmo ridículo.
Este perfume é uma das provas que, ao longo dos tempos, o ser humano tem "seguido o rebanho" e continuado a enganar-se a si mesmo. A ansiedade do status leva as pessoas a aspirar o que as ditas "elites", consumidoras de bens de luxo, possuem e publicitam da maioria das vezes apenas porque as grandes marcas oferecem-lhes esses bens por causa dessa mesma contrapartida da divulgação. Será que ninguém quer perceber este círculo luxo-vicioso?
Certamente houve alguém (do império Chanel ou amigo, excêntrico dos loucos anos 20) que fez tal publicidade do Chanel nº 5 que o foi colocando num pedestal, como bem inatingível e daí objecto de maior desejo das pessoas. A partir daí, tal como acontece com vários produtos que sob a desculpa de não serem para qualquer palato ou (neste caso) nariz, continuam a persistir com uma aura de "exquisite", mesmo que o Chanel nº 5 cheire mal; ninguém fique bem alimentado com os verdadeiros pratos gourmet e nouvelle cuisine ou mesmo que fiquem intoxicados com sushi e iguarias cruas cheias de bactérias fulminantes; as roupas da Lacoste sejam demasiado masculinas e demodé, toda a gente aspira tê-las porque são símbolo de luxo e status social.
Bolas, que isto é mesmo ridículo.
sexta-feira, maio 30, 2008
O Ser Pisado
O ser humano é constantemente lixado...
Quando é mais novo é pisado pelas outras crianças, pelos pais, professores...
Depois, quando já temos idade para nos defendermos, somos pisados pelos patrões, colegas e "pelo sistema"...
Quando tem uma certa idade, diria-se suficiente para ter dignidade e estatuto, é pisado pela sogra, pela mulher ou marido, e com azar pelos próprios filhos...
Quando morre, bem... aí é-se pisado a toda a hora, só pelo facto de se estar por baixo da terra...
LOL
quarta-feira, agosto 09, 2006
é mais a apatia que o desassossego...
sempre consegui terminar o curso, contra todas as ondas de azar que insistiram em assolar a minha praia lol
e sinto-me sortuda, preenchida com o melhor sentimento de todos: um amor saudável.
hj tenho força, cresci ainda mais e em coisas que nem sabia que podia crescer... devo isso a esse novo perfeito amor para mim. ah e começou depois de um outro ilusório e incrivelmente horrível de cerca de 8 anos de ausência e indiferença, ter terminado completamente, sem aviso, como o que parece impossível acontece...
agora o estágio é só em Out. está muito calor nesta terra.. a seca é mesmo geral..
ainda não estou livre da doença do sangue, com o calor ainda fico pior. como da maior parte das vezes, estou a fazer de conta que não é nada comigo e deixo o tempo passar, mas não finjo completamente, já que me é impossível.
até*
e sinto-me sortuda, preenchida com o melhor sentimento de todos: um amor saudável.
hj tenho força, cresci ainda mais e em coisas que nem sabia que podia crescer... devo isso a esse novo perfeito amor para mim. ah e começou depois de um outro ilusório e incrivelmente horrível de cerca de 8 anos de ausência e indiferença, ter terminado completamente, sem aviso, como o que parece impossível acontece...
agora o estágio é só em Out. está muito calor nesta terra.. a seca é mesmo geral..
ainda não estou livre da doença do sangue, com o calor ainda fico pior. como da maior parte das vezes, estou a fazer de conta que não é nada comigo e deixo o tempo passar, mas não finjo completamente, já que me é impossível.
até*
segunda-feira, junho 12, 2006
Rescaldo
saí 6ªf d hospital pulido valente(mto melhor q sta maria), estive
la internada uma semana.. tive aparentemente uma infecção intestinal;fizeram-me exames pavorosos (sigmoido e endoscopia), ainda estou fraquinha.
tive mesmo azar, como sempre; parece que nao tenho direito a nada sem
que me tirem muito depois, como se fosse castigo. a duas semanas de
acabar curso aconteceu-me isso. faltei a trabs finais e exames...
agora não sei como vai ser..
la internada uma semana.. tive aparentemente uma infecção intestinal;fizeram-me exames pavorosos (sigmoido e endoscopia), ainda estou fraquinha.
tive mesmo azar, como sempre; parece que nao tenho direito a nada sem
que me tirem muito depois, como se fosse castigo. a duas semanas de
acabar curso aconteceu-me isso. faltei a trabs finais e exames...
agora não sei como vai ser..
quinta-feira, março 30, 2006
Do dia-a-dia nas aulas... ou n....
Hj não houve aula e ficámos na sala a ver a projecção, by Laatom produções, da série Fonseca do Gato Fedorento. Entretanto o DVD não passou do menu e optou-se por pôr música com direito a um show multimédia e tudo. Às tantas alguém diz algo como: "finalmente os alunos podem usar os aparelhos". Primeiro Spice Girls e dpois uma música pimba intitulada "Emigrante". Passaram entretanto para o Karaoke, também com o intuito de ouvir os dotes vocais de uma das alunas que inclusive canta numa banda. Primeiro Alicia Keys, dpois os Excesso e foi a loucura: uma aluna, a mais inquieta, põe-se em cima de uma mesa a fazer a coreografia do êxito "Eu sou aquele". De seguida, o mítico "Dancing Queen" dos ABBA. Uma passagem para a Banda Eva com "Arerê" e uma colega a dizer para o ppl habituar-se pq na viagem d finalistas (que é ao Brasil) é só este tipo de música.
Uma breve com "Crazy lil' thing called love" e então o eterno "Dunas" dos GNR; só faltaram os isqueiros acesos a embalar o ritmo do mono da melodia. Um corte abrupto para as efémeras Las Ketchup com "Asereje" que nada quer dizer e as duas alunas q estavam na dianteira não aguentaram a velocidade e passou-se por outra música para chegar a Los Hermanos com a bonita balada de Anna Julia.
Outro momento alto é o regressar à infância com o tema da "Cinderela" que todos os alunos cantaram em corro e deram palmas no refrão e tudo. Esta pareceu-me a única a ir até ao fim.
Às tantas só a tal aluna que canta numa banda é que cantava.
É agora que eu faço uma pausa, enquanto eles decidem qual é a música seguinte.
Ainda houve quem a meio disto tudo fosse lá fora, ver se fora da sala se ouvia o som muito alto. E ouvia-se muito, muito alto, até ao fundo do corredor ...
Ontem estavam uns colegas a apresentar um trabalho e outros a tirar fotos com o telemóvel e a passá-las uns para os outros.
É a festa, a loucura, lol, tudo p/ afastar o tédio.
And I wish you were here, as always I do...
Uma breve com "Crazy lil' thing called love" e então o eterno "Dunas" dos GNR; só faltaram os isqueiros acesos a embalar o ritmo do mono da melodia. Um corte abrupto para as efémeras Las Ketchup com "Asereje" que nada quer dizer e as duas alunas q estavam na dianteira não aguentaram a velocidade e passou-se por outra música para chegar a Los Hermanos com a bonita balada de Anna Julia.
Outro momento alto é o regressar à infância com o tema da "Cinderela" que todos os alunos cantaram em corro e deram palmas no refrão e tudo. Esta pareceu-me a única a ir até ao fim.
Às tantas só a tal aluna que canta numa banda é que cantava.
É agora que eu faço uma pausa, enquanto eles decidem qual é a música seguinte.
Ainda houve quem a meio disto tudo fosse lá fora, ver se fora da sala se ouvia o som muito alto. E ouvia-se muito, muito alto, até ao fundo do corredor ...
Ontem estavam uns colegas a apresentar um trabalho e outros a tirar fotos com o telemóvel e a passá-las uns para os outros.
É a festa, a loucura, lol, tudo p/ afastar o tédio.
And I wish you were here, as always I do...
sexta-feira, fevereiro 10, 2006
"O destino" (fate sucks)
Dizer que "tudo está escrito" é uma forma das pessoas se desculparem pelas suas atitudes irresponsáveis e egoístas, além de tentarem justificar a sua cobardia.
"It was fate, I guess". Foi isso que alguém que fraquejou me disse em tempos...
"It was fate, I guess". Foi isso que alguém que fraquejou me disse em tempos...
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