Quem espera sempre pela tua meia-noite
E pela tua Primavera que foste em mim?
Sou eu, mais ninguém, pudera
Com tudo o que fui de ti e tu enfim
A poesia e a melodia da alegria
Nas festas dos nossos corações
Quando nos sentíamos surgir
Quantas confusões, mil complicações
E não há nada que acabasse em nós
Aquele murmúrio de quem se perdeu
E se encontrou numa una voz
Em ternura, quentura, carinho, amor
Aquele abraço de novo e mais um
Para quê se não há depois?
Desculpa. Se tu soubesses tudo, entendias.
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