Ela é tão alegre e feliz
E quando sofre é o fim do mundo
Aí ela detona tudo e até aborta
Exibe as vísceras como troféu
Exalta os seus tombos
Exulta-se como réu
E como amiga dos animais
Mansos, empáticos, legais
Ela foi adicta de ir a reuniões
E entoar mantras e fazer rituais
Com sangue, sémen, sopas
De líquidos em que ela se banha
Frequentemente, do princípio
Ao ventre
Onde não tem a malignidade
Ela produz frutos e colhe-os
Maduros
Pois teve toda a sorte e apoio
E um lacaio fiel e subserviente
Não fosse ela a Cruela em gente
E fazer soar ao universo
As suas vontades obstinadas
Tão cegas e urgentes
De ditadora
Com medo de ser abandonada
Faz com que se convença
E se exponha
Para se vangloriar abençoada
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