A pele do corpo nunca se repete,
Porque é assim que se mede o tempo,
E da linha sisuda do horizonte
Estendem-se triliões de raios de luz
Que se espraiam no seu corpo
Deleitando-se depois da cansada jornada do sol poente.
Poesia filosófica; Poesia Visual; e outros objectos poéticos de Poeta mera observadora
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