Ainda me pões lágrimas nos olhos
com as músicas com que nos inundas a alma
que tantas vezes são sertões ricos escondidos
aparentemente desérticos mas só à espera da chuva
São melodias encantatórias que fazem viajar léguas
difíceis de palmilhar mas que ao ouvi-las
fazemos todas num ápice a flutuar
Sei que és vulcão
mas também calma ebulição
e água tépida que fica a acalentar
Nessa vida de moinho que roda
eu só quero que sejas dono e rei
do teu próprio sertão
que também é o meu.
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