Há muitos, demasiados, onde se matam crianças, mulheres e homens todos os dias, alvejando-os, espancando-os, escravizando-os, violando-os, atirando-os de pontes, cortando-lhes as mãos, esfaqueando-os, pontapeando-os no chão.
Eu quase matei e salvei pessoas com uma palavra, ou muitas. Talvez a minha arma tenha sido diferente, mas não me faz muito menos assassina.
Hoje, depois de cumprir a minha sina, tornei-me de novo naquela menina que não tinha sido pela própria proveniência corrompida e que não fazia mal a ninguém.
Não visito países dos homens. Apenas permaneço onde há a ternura das crianças.
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