Agora vou ser contra ser forte
E a favor de terem medo da morte
Contra serem focados em objectivos
E serem concentrados nos amigos
E em não destruir o próprio abrigo
Vou parar de acreditar que consigo
Tudo a que me proponho de sonho
E que a práctica faz a perfeição
Que os outros é que têm razão
E ouvi-los é aprender o importante
Eu vou mas é ser visto como mendigo
Um vagabundo que anda pelas ruas
Vou escapar da demente rotina
Que finjo que não estou em desatino
Olha só a revolução que vou fazer
Quando deixar de inventar
Que está um deus de serviço
Só para eu não ter de me responsabilizar
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