Amor meu, eterna Atena, aqui estou de novo a quebrar o meu silêncio para te escrever que, apesar das trevas que nos rodeiam, estou orgulhosa de termos mantido a nossa luz dentro quase sempre, mesmo quando esteve mais apagada – no meu caso pela dezena de notícias de morte de familiares nestes últimos 2 anos, que me deixou obviamente zombieficada. Mas devo dizer-te também que no meio dos horrores vividos e de lembrar de ti, não somente quando o céu está vermelho de noite como se me avisasse, a tua dor continue, como me proibiste de falar na minha morte; pelo contrário, lutando tanto contra a depressão profunda dos lutos, ergui do fundo do poço e renasci aos poucos. Vi pela primeira vez um metalofone a tocar jazz, que foi meu instrumento favorito quando tinha 10 anos e um pequeno na escola, por exemplo, e outras mais surpresas singelas bonitas ainda assim no meio do caos: conheci 4 artistas visuais que claramente são dados ao existencialismo, como nós 😅😘😘😊❤️
( Tinha publicado no insta, mas depois de um dia ou assim apaguei. entretanto, às 6 e tal de madrugada de dia 1, depois do barulho horrendo do dia 31, deu-se algo horripilante aqui em cima, violência extrema - bati no tecto com o didge várias vezes até o fdpcabraodmrda parar barulho q parecia de estar a bater em alguém q chorava e pedia desculpa-, q de imediato pôs meu sistema todo em crise de Addison, qs q meu coração saiu do peito, agora já são 19:43 e eu ainda estou com dor nele e a recuperar. o mundo continua horrível em todas as áreas, pq há pessoas extremamente nojentas e cruéis. mas tb vi q um grupo d monges budistas está a fazer uma caminhada pelos EUA pela Paz, com um cão, Aloka, que eles têm desde a Índia. Muitas pessoas estão a ir vê-los na estrada e isso tudo tb me fez chorar)
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